Nepomuceno descarta contratação de goleiro; camisa será lançada em março

Apesar de o goleiro Victor, principal goleiro do Atlético-MG só voltar aos gramados de três a quatro meses por causa de uma contusão, a diretoria do Galo descarta a contratação de um goleiro substituto. Quem confirmou a situação foi Daniel Nepomuceno, presidente do clube. Para ele, é hora de valorizar Giovanni, que está próximo de acertar a renovação de contrato, e Uilson.

– Estamos torcendo pela recuperação rápida do Victor. Temos que valorizar Giovanni e Uilson, além do que a contratação de goleiro não é simples. Nós passamos por isso esse ano, vivenciamos isso. Não é algo (contrato) que se consegue por pouco tempo. Tem que imaginar que, no retorno, a gente quer o Victor titular. O Giovanni precisa desse momento, como o Uilson precisou – disse o dirigente em entrevista à rádio Itatiaia.

Para Nepomuceno, outros setores precisam de reforço. A situação mais preocupante para a diretoria é a defesa. O Galo já tem nomes na lista e já negocia para trazer algum deles.

– Não tem tanta essa urgência, é torcer que ele volte rápido aos gramados. Pensar em posições mais carentes e depois sim, quando o Roger (Machado) tiver tudo, fazer uma análise mais criteriosa para o que precisar.

Novo fornecedor de material esportivo

Segundo o dirigente atleticano, o lançamento do novo uniforme atleticano, que será fabricado pela Topper, deverá ocorrer em março, mês de aniversário do Galo. Assim, a equipe não irá estrear o material no Torneio da Flórida e nos primeiros jogos da temporada.

– Vai ser material de altíssima qualidade. No lançamento em março, tenho certeza que vai ser um recorde de vendas, de novo. A torcida pode esperar que vai ser um material de altíssima qualidade, com total atenção principalmente às nossas franquias. Que a torcida abrace uma parceira que reconhece o Atlético como um clube vencedor.

Quanto a situação com a DryWorld, antiga fornecedora de material esportivo, o dirigente disse que o litígio só será resolvido na Justiça do Canadá, país-sede da fornecedora.

– Caso de justiça. Contrato de cinco anos, contrato de R$ 460 milhões, e desde o primeiro momento os próprios executivos da Dryworld, que tiveram essa relação profissional apesar de ter tido muitas falhas, sabem muito bem que da mesma maneira que o Atlético tem que honrar todos os compromissos que ficaram aquém do que foi assinado, uma empresa dessa também tem que reconhecer esse prejuízo que foi dado ao clube. Discussão que vai ser feita fora do país, no Canadá, e acho que, é o mínimo por todo o empenho que foi prometido. No futebol números são exagerados da forma como foi assinado.

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