DIRETORIA DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS AQUÁTICAS É AFASTADA

A crise na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticas (CBDA) ganhou mais um novo capítulo nesta quarta-feira (22). A diretoria da entidade, presidida pelo senhor Coaracy Nunes (foto), foi afastada por determinação da juíza Simone Gastesi Chevrand, através da 25ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A decisão afirma que a mandato atual havia acabado no último dia 9 de março, mas a confederação está no período de 13 dias acéfala no plano jurídico. Enquanto isso não se realizam novas eleições, e a juíza determinou que a entidade seja administrada, provisoriamente por Gustavo Licks. A decisão tem como autor a Federação Aquática do Estado do Rio de Janeiro (FARJ) e a CBDA está como réu. O mandato atual dessa diretoria está vencido. A decisão foi muito acertada. O momento pelo qual o país passa é de moralização e transparência nas gestões, não podendo a própria CBDA desrespeitar as regras da Lei Pelé – disse Marcelo Jucá, advogado da FARJ.

 

Já o advogado da entidade, Marcelo Franklin disse que vê na manobra mais um capítulo da disputa política em torno das eleições, que deveriam ter acontecido no último dia 18 de março. Franklin acredita que a oposição faz isso por não ter os votos suficientes para vencer. Por enquanto as chapas concorrentes são as que unem as federações de Bahia e Santa Catarina contra São Paulo e Pernambuco. Na última segunda-feira, a CBDA lançou em seu site a eleição para a Comissão Nacional de Atletas. Concorrem Leonardo de Deus (Natação), Rudá Franco (Polo Aquático), Maria Clara Lobo Coutinho (Nado Sincronizado), Allan do Carmo (Maratonas Aquáticas) e Tammy Galera e Jackson Rondinelli (Saltos Ornamentais).

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